segunda-feira, 22 de julho de 2013
12ª Jornada de Agroecologia
Sobre as Jornadas
As Jornadas de Agroecologia são parte de um processo de articulação das organizações que promovem a agroecologia e a luta permanente contra o projeto das empresas transnacionais do agronegócio. Inicia-se em 2002 na cidade de Ponta Grossa no Paraná, e por mais duas edições, em 2003 e 2004, segue denunciando o avanço do agronegócio no campo brasileiro. Em 2005, a 4ª Jornada de Agroecologia, acontece na cidade de Cascavel, região oeste do Paraná, com objetivo de alertar a toda a população e os participantes, sobre o projeto das transnacionais para dominação do campo produtivo brasileiro a partir da produção de produtos transgênicos e o uso abusivo de agrotóxicos.
Ainda neste sentido, as três próximas edições da jornada, de 2006 a 2008, permanecem na cidade de Cascavel, avançando nas atividades de intercâmbio de experiências e estudos sobre práticas agroecológicas. A 8ª e 9ª edições acontecem na região sudoeste do estado, cidade de Francisco Beltrão, em 2009 e 2010, e tem como principal objetivo fomentar a participação da agricultura familiar no debate da agroecologia e seguir dando continuidade na construção do projeto popular para o Brasil.
Em 2011 e em 2012 diversas organizações e movimentos sociais promoveram as edições da Jornada de Agroecologia na região norte do estado, na cidade de Londrina, ressaltando o grande movimento agroecológico, de lutas dos povos contra a mercantilização da vida, comprometendo-se a construir uma nova sociedade, sustentável e capaz de satisfazer as necessidades fundamentais e assim garantir os direitos das gerações futuras.
Seguindo em sua caminhada, agora no processo de construção de sua 12ª edição, as organizações escolheram para acolher os participantes, um centro de formação em agroecologia dos movimentos sociais populares do campo, na Escola Milton Santos, em Maringá, durante os dias 24 a 27 de julho de 2013.
As edições da jornada tem um público em média de 4 mil participantes, de diversos movimentos sociais, organizações populares, técnicos, acadêmicos, pesquisadores, profissionais da saúde, educação e segue fortalecendo a unidade política entre o campo e a cidade. As jornadas configuram-se como um espaço de estudo, mobilização e troca de experiências. E sempre atenta ao momento histórico, a Jornada de Agroecologia, ao mesmo tempo em que propõe e constrói um projeto ao desenvolvimento das famílias camponesas e da classe trabalhadora, também apresenta-se combativa desde seu início, num enfrentamento direto ao agronegócio e à ofensiva capitalista no campo brasileiro.
Promovem as Jornadas: MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra; MPA - Movimento dos Pequenos Agricultores; MAB - Movimento dos Atingidos por Barragens; MMC - Movimento de Mulheres Camponesas; CPT – Comissão Pastoral da Terra; FEAB – Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil; Terra de Direitos e GALO – Grupo de Agroecologia de Londrina.
"As Sementes são patrimônio dos Povos a serviço da Humanidade! Globalizamos a luta, globalizamos a esperança!"
http://jornadaagroecologia.com.br/node/1
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